A frase é de Mark Twain, de onde vem o título do filme: “Mais estranho que a ficção”.
Tem que assistir!!!
Tudo bem que não tenho critério para esse tipo de recomendação, mas como em “Brilho Eterno...”, achei magia; adicionalmente, achei motivos para sorrir o tempo todo enquanto assistia, principalmente pelo professor de teoria literária que Dustin Hoffman interpreta e que dá vontade de efetivamente estudar teoria literária!!!
Livros, loucura, procura de um sentido na vida, dedicação ao trabalho, surpresas: esse filme realmente não precisava de mais nada para eu gostar dele!
Trial By Error: Protest at Norwegian Parliament Over Upcoming “Long-Term
Fatigue” Guidelines
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By David Tuller, DrPH In Norway this week, three major patient advocacy
organizations—the Norwegian ME Association, the Norwegian Covid
Association, and ME...
Há 10 horas