A frase é de Mark Twain, de onde vem o título do filme: “Mais estranho que a ficção”.
Tem que assistir!!!
Tudo bem que não tenho critério para esse tipo de recomendação, mas como em “Brilho Eterno...”, achei magia; adicionalmente, achei motivos para sorrir o tempo todo enquanto assistia, principalmente pelo professor de teoria literária que Dustin Hoffman interpreta e que dá vontade de efetivamente estudar teoria literária!!!
Livros, loucura, procura de um sentido na vida, dedicação ao trabalho, surpresas: esse filme realmente não precisava de mais nada para eu gostar dele!
Virology Without Borders
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by Gertrud U. Rey This article marks my 100th contribution to Virology Blog
since I published my first post on March 1, 2018. Above all, I have learned
tha...
Há 18 horas
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